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Última revisão em 2025-09-18. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
Atualmente, o gênero Carcharocles contém quatro espécies: C. auriculatus, C. angustidens, C. chubutensis e C. megalodon. A evolução dessa linhagem é caracterizada pelo aumento de serrilhas, alargamento da coroa dentária, desenvolvimento de um formato mais triangular e o desaparecimento das cúspides laterais. A evolução na morfologia dentária reflete uma mudança em suas táticas de predação de uma mordida de agarrar para uma mordida de cortar, o que provavelmente demonstra uma mudança na escolha de suas presas de peixes para cetáceos. As cúspides laterais foram finalmente perdidas em um processo gradual que levou aproximadamente 12 milhões de anos durante a transição entre C. chubutensis e C. megalodon. O gênero foi proposto por D. S. Jordan e H. Hannibal em 1923 para conter o C. auriculatus. Na década de 1980, o megalodonte foi atribuído a Carcharocles. Antes disso, em 1960, Procarcharodon foi levantado pelo ictiólogo francês Edgard Casier, que incluía esses quatro tubarões e foi considerado separado do gênero de tubarão-branco. Atualmente, esse gênero é considerado um sinônimo júnior de Carcharocles. Palaeocarcharodon foi levantado ao lado de Procarcharodon para constituir o início da linhagem e, no modelo em que o megalodonte e o tubarão-branco estão intimamente relacionados, representa seu último ancestral comum. Acredita-se que isso seja um beco sem saída evolutivo e não relacionado aos tubarões Carcharocles por autores que rejeitam esse modelo.
Fontes: pt.wikipedia.org
Outro modelo da evolução desse gênero, também proposto por Casier em 1960, é que o ancestral direto dos Carcharocles é o tubarão Otodus obliquus, que viveu desde o Paleoceno até às épocas do Mioceno, de há 60 a 13 milhões de anos. O gênero Otodus é por fim derivado de Cretolamna, um tubarão do período Cretáceo. Nesse modelo, O. obliquus evoluiu para O. aksuaticus, que evoluiu para C. auriculatus, depois para C. angustidens, depois para C. chubutensis e finalmente para C. megalodon. Outro modelo da evolução de Carcharocles, proposto em 2001 pelo paleontólogo Michael Benton, é que as três outras espécies são na verdade uma única que mudou gradualmente ao longo do tempo, entre o Paleoceno e o Plioceno, tornando-a uma cronoespécie. Alguns autores sugerem que C. auriculatus, C. angustidens e C. chubutensis deveriam ser classificados como uma única espécie no gênero Otodus, deixando C. megalodon como o único membro de Carcharocles. O gênero Carcharocles pode ser inválido e o tubarão pode realmente pertencer ao gênero Otodus, que o tornaria Otodus megalodon. Um estudo de 1974, realizado por Henri Cappetta sobre tubarões paleogênicos, erigiu o subgênero Megaselachus, classificando o tubarão como Otodus (Megaselachus) megalodon, juntamente com O. (M.) chubutensis. Uma revisão de condríctios em 2006 elevou o Megaselachus a gênero e classificou os tubarões como Megaselachus megalodon e M. chubutensis.
Fontes: pt.wikipedia.org
A descoberta de fósseis atribuídos ao gênero Megalolamna em 2016 levou a uma reavaliação de Otodus, que concluiu que é parafilético, ou seja, consiste em um último ancestral comum mas não inclui todos os seus descendentes. A inclusão dos tubarões Carcharocles em Otodus faria com que o gênero fosse monofilético, com seu clado irmão sendo Megalolamna.
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=== Aparência === Uma interpretação de como seria a aparência do megalodonte é que era um tubarão robusto e que poderia ter tido uma estrutura geral semelhante à do tubarão-branco. As mandíbulas podem ter sido mais grossas e largas que as do tubarão-branco, e as barbatanas também teriam um formato semelhante, embora mais espessas devido ao seu tamanho. Poderia ter tido olhos com uma aparência semelhante aos de porco, por serem pequenos e profundos. Outra interpretação é que o megalodonte apresentava uma semelhança com o tubarão-baleia (Rhincodon typus) ou com o tubarão-frade (Cetorhinus maximus). A barbatana caudal teria a forma de um crescente, a anal e a segunda dorsal seriam pequenas e haveria uma quilha caudal presente em ambos os lados da barbatana caudal (no pedúnculo caudal). Essa estrutura é comum em outros grandes animais aquáticos, como baleias, atuns e outros tubarões, a fim de reduzir o arrasto enquanto nada. O formato da cabeça poderia variar entre as espécies, já que a maioria das adaptações para redução do arrasto são em direção ao final da cauda do animal.
Fontes: pt.wikipedia.org
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Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Semax)
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